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Tímido no Brasil, ecoturismo movimenta US$ 170 bilhões por ano no mundo


De dezembro a maio é época de cheia na Amazônia. As águas do Rio Negro sobem mais de 20 metros em alguns pontos e alcançam a copa das árvores. Avistar um bicho, exceto os pássaros, fica difícil. À noite, a Lua, encoberta pelas nuvens da chuva constante, ilumina pouco. A grande atração para os turistas que se arriscam na escuridão é o espelho d’água, que faz do rio e do céu quase a mesma paisagem. E há os jacarés.

Deitado de bruços na proa da “voadeira”, como são chamados os barcos rápidos de alumínio na região, o guia Josué Basílio aponta a lanterna para uma ilha de galhos retorcidos e mato. Lentamente, o barqueiro conduz a embarcação para dentro da mata fechada, em silêncio. Basílio desliga a lanterna e, num movimento rápido, mergulha as duas mãos na água entre a vegetação. Ele se levanta cuidadosamente, com um jacaré de 1 metro e meio em suas mãos. “É um jacaré-tinga, da família dos caimans”, explica o guia. “Ele é jovem, tem uns 5 ou 6 anos.”

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